quinta-feira, 28 de maio de 2009
A loja do mestre André
Quem e de Valentim
Quem e de ValentimQue é de Valentim
Que é de Valentim?Valentim Trás Trás
Que é de Valentim?É um bom rapaz
Que é de Valentim?Valentim sou eu!
Deixa a moreninha,que esse par é meu!
Irmãos Verdades Amar-te assim

Ei meu amor,
Refrão
Volta pra mim,
Refrão
Volta pra mim,
Refrão
Volta pra mim,
in yahoo!Brasil
quarta-feira, 27 de maio de 2009
engenheiros da musica

Quando estou sozinho
O que me anima
É ver meus dentinhos
A brilhar pra mim
Meus dentes brilham como
Meus dentes brilham como
Pois são tão perfeitos
Meus dentes a brilhar
Meus dentes são tão brancos
Eu amo todos eles
Meus dentes brilham como
Meus dentes brilham como
O Balao do Joao
O balão do JoãoO balão do João
Serafim e companha
Gosto muito de viajar
Na carrinha do meu pai,
Ele a frente a guiar
Nós atrás sempre a brincar
Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se
E agora vem la um tunel
E é preciso acender as luzes
Olha o tunel a passar
E os carros a apitar
O meu pai sempre a gritar,
A mama a assubiar
Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim não me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se
E agora vamos chegar
A uma zona com semaforos
E vamos ter de aprender as cores
Porque e muito importante
Vermelho,amarelo e verde
Vermelho,amarelo e verde
Um semaforo a chegar
Vamos ter que esperar
Quando verde aparecer
Ja podemos arrancar
Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se
E agora vamos entrar
Numa estrada de curvas
E uma curva
Com o radio a tocar
E nós todos a cantar
Como e fixe viajar
Sem ter preça de chegar
Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se
E agora entramos
Numa estrada com terra batida
E cheia de buracos
Gosto muito de viajar
Na carrinha do meu pai
Ele a frente a guiar
E nós atrás
Sempre a brincar
Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se
Vamos la embora
Pela estrada fora
E a mim nao me importa
Se a estrada corta
Vamos la embora
Pela estrada fora
E a mim nao me importa
Se a estrada corta
Lá,lá,lá,lá
Lá,lá,lá,lá
Lá,lá,lá,lá
Lá,lá,lá,lá
A Galinha Pintadinha

A galinha pintadinha
E o galo carijó
A galinha usa saia
E o galo palito
A galinha ficou doente
E o galo nem ligou
E os pintinhos foram correndo
Para chamar o seu doutor
O doutor era o perú
Glu glu
E a infermeira era um hurubo
Uh uh
E a agulha da injeção
Era a pena de um pavão
(bis 2X)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Clap your Hands
Hands hands
terça-feira, 19 de maio de 2009
Ò malhão

Comer e beber, ó terrim, tim, tim,
In alfarrábio.di.uminho.pt

chamada Estrelinha
metade é tua
e metade é minha.
Ela é malhada
dá-me leitinho
eu bebo-o todo
devagarinho.
In www.scribd.com
Dona galinha
A senhora galinha
toda se lambe e consola
olhem as caras que ela faz
comendo uma grande bola
de gelado de ananás.
A música na pré história

Somente através do estudo de sítios arqueológicos podemos ter uma idéia do desenvolvimento da música nos primeiros grupos humanos. A arte rupestre encontrada em cavernas dá uma vaga idéia desse desenvolvimento ao apresentar figuras que parecem cantar, dançar ou tocar instrumentos. Fragmentos do que parecem ser instrumentos musicais oferecem novas pistas para completar esse cenário. No entanto, toda a cronologia do desenvolvimento musical não pode ser definida com precisão. É impossível, por exemplo, precisar se a música vocal surgiu antes ou depois das batidas com bastões ou percussões corporais. Mas podemos especular, a partir dos desenvolvimentos cognitivos ou da habilidade de manipular materiais, sobre algumas das possíveis evoluções na música.
Na sua "História Universal da música", Roland de Candé nos propõe a seguinte seqüência aproximada de eventos:
1- Antropóides do terciário - Batidas com bastões, percussão corporal e objetos entrechocados.
2- hominídeos do paleolítico inferior - Gritos e imitação de sons da natureza.
3- Paleolítico Médio - Desenvolvimento do controle da altura, intensidade e timbre da voz à medida que as demais funções cognitivas se desenvolviam, culminando com o surgimento do Homo sapiens por volta de 70.000 a 50.000 anos atrás.
4- Cerca de 40.000 anos atrás - Criação dos primeiros instrumentos musicais para imitar os sons da natureza. Desenvolvimento da linguagem falada e do canto.
5- Entre 40.000 anos a aproximadamente 9.000 a.C - Criação de instrumentos mais controláveis, feitos de pedra, madeira e ossos: xilofones, litofones, tambores de tronco e flautas. Um dos primeiros testemunhos da arte musical foi encontrado na gruta de Trois Frères, em Ariège, França. Ela mostra um tocador de flauta ou arco musical. A pintura foi datada como tendo sido produzida em cerca de 10.000 a.C.
6- Neolítico (a partir de cerca de 9.000 a.C) - Criação de membranofones e cordofones, após o desenvolvimento de ferramentas. Primeiros instrumentos afináveis.
7- Cerca de 5.000 a.C - Desenvolvimento da metalurgia. Criação de instrumentos de cobre e bronze permitem a execução mais sofisticada. O estabelecimento de aldeias e o desenvolvimento de técnicas agrícolas mais produtivas e de uma economia baseada na divisão do trabalho permitem que uma parcela da população possa se desligar da atividade de produzir alimentos. Isso leva ao surgimento das primeiras civilizações musicais com sistemas próprios (escalas e harmonia).
in wikipédia
segunda-feira, 18 de maio de 2009
engenheiros da musica - experiência 1
segunda-feira, 11 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
A História da Bandeira Americana

O congresso americano autorizou a Bandeira dos Estados Unidos em 14 de Junho, 1777, o dia em que é comemorado dia da bandeira. Esta data é também significante porque qualifica a bandeira norte Americana como a terceira mais velha estandarte nacional do mundo, até mais velho que a bandeira “Union Jack” dos ingleses.
Primeiramente hasteado em Fort Stanwix em 3 de Agosto, 1777, a bandeira teve um início tumultuoso participando da batalha de Oriskany com apenas três dias de idade em 6 de Agosto, 1777.
O desenho original da bandeira tinha uma estrela e uma faixa para cada estado, completando treze de cada, correspondentes as treze colônias originais. Em 1791, Vermont foi admitido à união, seguido por Kentucky em 1792. O numero de estrelas e faixas foi aumentado de acordo para quinze. Com a inclusão de outros estados ficou claro que algo teria de ser feito a respeito. Um ato do congresso em 1818 reduziu e fixou o numero de faixas na bandeira em treze. Uma estrela sería incluído para cada novo estado.
História do Hino dos Açores

O Hino dos Açores terá sido tocado em público pela primeira vez pela Filarmónica Progresso do Norte em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, a 3 de Fevereiro de 1894.
A 9 de Março de 1895, as filarmónicas tocaram o Hino da Autonomia na Praça do Município de Ponta Delgada, numa festa organizada para assinalar a promulgação do Decreto de 2 de Março de 1895, que concedia, embora mitigada, a tão desejada autonomia.
Ao longo dos anos, e em função da evolução política, o hino terá tido várias letras. A primeira que se conhece é a do Hino Autonomista, na realidade o hino do Partido Progressista Autonomista, liderado por José Maria Raposo de Amaral, então maioritário em São Miguel. A composição é da autoria do poeta António Tavares Torres, natural de Rabo de Peixe e militante daquele partido. Fruto do calor autonomista do tempo, a versão original do hino tinha a seguinte letra.A versão oficial do Hino dos Açores foi cantada pela primeira vez em público a 27 de Junho de 1984, por alunos do Colégio de São Francisco Xavier. Estiveram presentes na cerimónia João Bosco da Mota Amaral, então Presidente do Governo Regional dos Açores, membros do Governo e diversas entidades oficiais. O Hino foi cantado por 600 crianças, vestidas de saia azul, blusa branca e laço amarelo, que tinham sido ensaiadas pela professora Eduarda Cunha Ataíde.
Hino dos Açores
Deram frutos a fé e a firmeza
no esplendor de um cântico novo:
os Açores são a nossa certeza
de traçar a glória de um povo.
Para a frente! Em comunhão,
pela nossa autonomia.
Liberdade, justiça e razão
estão acesas no alto clarão
da bandeira que nos guia.
Para a frente! Lutar, batalhar
pelo passado imortal.
No futuro a luz semear,
de um povo triunfal.
De um destino com brio alcançado
colheremos mais frutos e flores;
porque é esse o sentido sagrado
das estrelas que coroam os Açores.
Para a frente, Açorianos!
Pela paz à terra unida.
Largos voos, com ardor, firmamos,
para que mais floresçam os ramos
da vitória merecida.
Para a frente! Lutar, batalhar
pelo passado imortal.
No futuro a luz semear,
de um povo triunfal.
in Wikipedia
Hino à Alegria
Hino à Alegria
(barítono)
Oh amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais agradável
E cheio de alegria!
(Barítonos, quarteto e coro)
Alegria, mais belo fulgor divino,
Filha de Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Teus encantos unem novamente
O que o rigor da moda separou.
Todos os homens se irmanam
Onde pairar teu vôo suave.
A quem a boa sorte tenha favorecido
De ser amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma doce companheira
Rejubile-se connosco!
Sim, também aquele que apenas uma alma,
possa chamar de sua sobre a Terra.
Mas quem nunca o tenha podido
Livre de seu pranto esta Aliança!
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos dá beijos e as vinhas
Um amigo provado até a morte;
A volúpia foi concedida ao verme
E o Querubim está diante de Deus!
(Tenor solo e coro)
Alegres, como voam seus sóis
Através da esplêndida abóboda celeste
Sigam irmãos sua rota
Gozosos como o herói para a vitória.
(Coro)
Abracem-se milhões de seres!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos! Sobre a abóboda estrelada
Deve morar o Pai Amado.
Vos prosternais, Multidões?
Mundo, pressentes ao Criador?
Buscais além da abóboda estrelada! Sobre as estrelas Ele deve morar.
in Wikipedia
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Pintinho Amarelinho

Cabe aqui na minha mão
Na minha mão
Quando quer comer bichinhos
Com seus pezinhos
Ele cisca o chão
Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão
Quando quer comer bichinhos
Ele cisca o chão
Ele bate as asas
Ele faz piu piu
Mas tem muito medo
E do gavião
Ele bate as asas
Ele faz piu piu
Mas tem muito medo
E do gavião
(2 vezes)



