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quinta-feira, 28 de maio de 2009

A loja do mestre André


Foi na loja do Mestre André
que eu comprei um pifarito,
tiro, liro, lir’um pifarito,
Ai olé, ai olé,

Foi na loja do Mestre André.
Ai olé, ai olé,

Foi na loja do Mestre André.
Foi na loja do Mestre André
que eu comprei um pianinho,
plim plim plim,
um pianinho,tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olé, ai olé,

Foi na loja do Mestre André.
Ai olé, ai olé,
Foi na loja do Mestre André.
Foi na loja do Mestre André
que eu comprei um tambozinho,
tum tum tum,
um tamborzinho,

plim plim plim,
um pianinho,
tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olé, ai olé,
Foi na loja do Mestre André.
Ai olé, ai olé,
Foi na loja do Mestre André
Foi na loja do Mestre André
que eu comprei uma rabequinha,
Chiribiri-biri
uma rabequinha,

tlim tlim tlim,
uma campainha,
tum tum tum,
um tamborzinho,

plim plim plim,
um pianinho,
tiro, liro, lir’um pifarito,
Ai olé, ai olé,

Foi na loja do Mestre André.
Ai olé, ai olé,
Foi na loja do Mestre André.

Foi na loja do Mestre André
que eu comprei um rabecão,
Chiribiribão, um rabecão,
Chiribiri-biri,
uma rabequinha,
tlim tlim tlim,
uma campainha,
tum tum tum,
um tamborzinho,

plim plim plim,
um pianinho,
tiro, liro, lir’ um pifarito,
Ai olé, ai olé,

Foi na loja do Mestre André.
Ai olé, ai olé,
Foi na loja do Mestre André.

Quem e de Valentim

Quem e de Valentim


Que é de Valentim
Que é de Valentim?Valentim Trás Trás
Que é de Valentim?É um bom rapaz
Que é de Valentim?Valentim sou eu!
Deixa a moreninha,que esse par é meu!

Irmãos Verdades Amar-te assim









Ei meu amor,

não quero,

estar mais longe de ti

Ei minha flor eu não sei o que é feito de ti

Sei que tudo acabou desde o dia que partiste

Mas sei que o nosso amor viverá para sempre



Refrão
Volta pra mim,

quero-te assim

Te espero,

só quero amar-te aqui,

beijar-te assim,

tocar-te,sentir-te

Vem minha flor eu não sei o que é feito de ti

Vem por favor,

que eu não quero estar tão longe de ti

Eu sei que tudo acabou desde o dia que tu foste

Mas sei que o nosso amor viverá para sempre



Refrão
Volta pra mim,

quero-te assim

Te espero,

só quero,amar-te aqui

,beijar-te assim,tocar-te,

sentir-te

És o meu amor,

és o meu querer,

tudo o que sonhei

Sei que tudo acabou desde o dia que partiste

Mas sei que o nosso amor viverá para sempre

Quero descobrir o amor,

o teu corpo quero olhar,

tocar,sentir o teu desejo,

Depois quero me perder no fogo dessa tua paixão,

que arde e que me queimatu és o meu mundo,

a minha loucura,

tu és o que brilha dentro do meu coraçãotu és o meu sonho,

tu és o ciúme,

a minha alegria,

és a minha tentação

És o meu amor,

és o meu querer,

tudo o que sonhei

És o meu amor és o meu querer,

tudo o que sonhei,

és tudo pra mim



Refrão



Volta pra mim,

quero-te assim

Te espero,

só quero,

amar-te aqui,

beijar-te assim,

tocar-te,

sentir-te

Volta pra mim,

quero-te assim

Te espero,

só quero,

amar-te aqui,

beijar-te assim,

tocar-te,

sentir-te

Volta pra mim,

quero-te assim

Te espero,

só quero,

amar-te aqui,

beijar-te assim,

tocar-te,

sentir-te

in yahoo!Brasil


quarta-feira, 27 de maio de 2009

engenheiros da musica


Meus Dentes Brilham


Quando estou sozinho
Triste triste assim
Sem ter ninguém
Num lugar perdido
Em um mar sem fim
O que me anima
Que me alegra enfim
É ver meus dentinhos
Todos branquinhos
A brilhar pra mim
Meus dentes brilham como
Estrelas lá do céuSão lindos como o dono
Todos tiram o chapéu
Meus dentes brilham como
Enfeites de natal
O meu sorriso é o tal
Pros fãs é só olhar
Meus dentes a brilhar
Pois são tão perfeitos
Dá gosto escovar
Vou me limpar
Só pra deixar
Meus dentes a brilhar
Meus dentes são tão brancos
Tão brilhantes são
Eu cuido muito deles
Eis a minha diversão
Eu amo todos eles

São de admirar
Não tem pra mais ninguém
São 32 meu bem
Dentes a brilhar
Meus dentes brilham como
Estrelas lá do alto
São lindos como o dono
Todos tiram o chapéu
Meus dentes brilham como
Enfeites de natal
O meu sorriso é o ta
Pros fãs é só olhar
Meus dentes a brilhar,
Meus dentes a brilhar,
Meus dentes a brilhar!

O Balao do Joao

O balão do João

O balão do João
sobe, sobe pelo ar.

Está feliz o petiza cantarolar.

Mas o vento a soprar,

leva o balão pelo ar.

Fica, então,o João,

a choramingar.

Mas a mãe do João,

um balão foi comprar.

Fica, então,o João,

a cantarolar.

Serafim e companha

Serafim e companhia

Pela estrada fora




Gosto muito de viajar
Na carrinha do meu pai,
Ele a frente a guiar
Nós atrás sempre a brincar

Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se


E agora vem la um tunel
E é preciso acender as luzes
Olha o tunel a passar
E os carros a apitar
O meu pai sempre a gritar,
A mama a assubiar

Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim não me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se

E agora vamos chegar
A uma zona com semaforos
E vamos ter de aprender as cores
Porque e muito importante
Vermelho,amarelo e verde
Vermelho,amarelo e verde

Um semaforo a chegar
Vamos ter que esperar
Quando verde aparecer
Ja podemos arrancar

Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se

E agora vamos entrar
Numa estrada de curvas
E uma curva

Com o radio a tocar
E nós todos a cantar
Como e fixe viajar
Sem ter preça de chegar
Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se

E agora entramos
Numa estrada com terra batida
E cheia de buracos

Gosto muito de viajar
Na carrinha do meu pai
Ele a frente a guiar
E nós atrás
Sempre a brincar


Vamos la embora
Se,se,se
Pela estrada fora
Se,se,se
E a mim nao me importa
Não,não,não
Se a estrada corta
Se,se,se
Vamos la embora
Pela estrada fora
E a mim nao me importa
Se a estrada corta
Vamos la embora
Pela estrada fora
E a mim nao me importa
Se a estrada corta
Lá,lá,lá,lá
Lá,lá,lá,lá
Lá,lá,lá,lá
Lá,lá,lá,lá

A Galinha Pintadinha


A galinha pintadinha


A galinha pintadinha
E o galo carijó
A galinha usa saia
E o galo palito
A galinha ficou doente
E o galo nem ligou
E os pintinhos foram correndo
Para chamar o seu doutor
O doutor era o perú
Glu glu
E a infermeira era um hurubo
Uh uh
E a agulha da injeção
Era a pena de um pavão

(bis 2X)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Clap your Hands


Hands hands
Clap your hands

(4x)

Hands la la la
Clap your hands
Hands, hands
Clap your hands
(4x)
Hands la la la
Clap your hands
Say clap your hands!
La la la
Clap your hands

(8x)

Everybody in the party
Gonna have some fun
And clap your hands
And clap your hands

Everybody in the party
Gonna feel the groove
And clap your hands
And clap your hands

Everybody get togethe
Make this moment likes forever
Dance to you can't no more

Everybody grasp Somebody
The music stone are making your body get down
Say clap your hands!

la la la
Clap your hands
(8x)



yahoo!go brasil

terça-feira, 19 de maio de 2009

Ò malhão











Ó Malhão


Ó malhão, malhão,
que vida é a tua?
Ó malhão, malhão,
que vida é a tua?
Comer e beber, ó terrim, tim, tim,
passear na rua.
Comer e beber, ó terrim, tim, tim,
passear na rua.

Ó malhão, malhão,
ó malhão d'aqui,
Ó malhão, malhão,
ó malhão d'aqui,
se dançar, dancei, ó terrim, tim, tim,
se fugi, fugi.
se dançar, dancei, ó terrim, tim, tim,
se fugi, fugi.

Ó malhão, malhão,
ó malhão vai ver,
Ó malhão, malhão,
ó malhão vai ver,
as ondas do mar, ó terrim, tim, tim,
ai, onde vão ter.
as ondas do mar, ó terrim, tim, tim,
ai, onde vão ter.

Ó malhão, malhão,
ó malhão do Norte,
Ó malhão, malhão,
ó malhão do Norte,
quando o mar está bravo, ó terrim, tim, tim,
faz a onda forte.
quando o mar está bravo, ó terrim, tim, tim,
faz a onda forte.

Ó malhão, malhão,
ó malhão do Sul,
Ó malhão, malhão,
ó malhão do Sul,
quando o mar está manso, ó terrim, tim, tim,
faz a onda azul.
quando o mar está manso, ó terrim, tim, tim,
faz a onda azul.

In alfarrábio.di.uminho.pt


Lá vai a vaca
chamada Estrelinha
metade é tua
e metade é minha.

Ela é malhada
dá-me leitinho
eu bebo-o todo
devagarinho.

In www.scribd.com

Dona galinha




A senhora galinha
toda se lambe e consola
olhem as caras que ela faz
comendo uma grande bola
de gelado de ananás.

A música na pré história



Somente através do estudo de sítios arqueológicos podemos ter uma idéia do desenvolvimento da música nos primeiros grupos humanos. A arte rupestre encontrada em cavernas dá uma vaga idéia desse desenvolvimento ao apresentar figuras que parecem cantar, dançar ou tocar instrumentos. Fragmentos do que parecem ser instrumentos musicais oferecem novas pistas para completar esse cenário. No entanto, toda a cronologia do desenvolvimento musical não pode ser definida com precisão. É impossível, por exemplo, precisar se a música vocal surgiu antes ou depois das batidas com bastões ou percussões corporais. Mas podemos especular, a partir dos desenvolvimentos cognitivos ou da habilidade de manipular materiais, sobre algumas das possíveis evoluções na música.

Na sua "História Universal da música", Roland de Candé nos propõe a seguinte seqüência aproximada de eventos:


1- Antropóides do terciário - Batidas com bastões, percussão corporal e objetos entrechocados.


2- hominídeos do paleolítico inferior - Gritos e imitação de sons da natureza.


3- Paleolítico Médio - Desenvolvimento do controle da altura, intensidade e timbre da voz à medida que as demais funções cognitivas se desenvolviam, culminando com o surgimento do Homo sapiens por volta de 70.000 a 50.000 anos atrás.


4- Cerca de 40.000 anos atrás - Criação dos primeiros instrumentos musicais para imitar os sons da natureza. Desenvolvimento da linguagem falada e do canto.


5- Entre 40.000 anos a aproximadamente 9.000 a.C - Criação de instrumentos mais controláveis, feitos de pedra, madeira e ossos: xilofones, litofones, tambores de tronco e flautas. Um dos primeiros testemunhos da arte musical foi encontrado na gruta de Trois Frères, em Ariège, França. Ela mostra um tocador de flauta ou arco musical. A pintura foi datada como tendo sido produzida em cerca de 10.000 a.C.


6- Neolítico (a partir de cerca de 9.000 a.C) - Criação de membranofones e cordofones, após o desenvolvimento de ferramentas. Primeiros instrumentos afináveis.


7- Cerca de 5.000 a.C - Desenvolvimento da metalurgia. Criação de instrumentos de cobre e bronze permitem a execução mais sofisticada. O estabelecimento de aldeias e o desenvolvimento de técnicas agrícolas mais produtivas e de uma economia baseada na divisão do trabalho permitem que uma parcela da população possa se desligar da atividade de produzir alimentos. Isso leva ao surgimento das primeiras civilizações musicais com sistemas próprios (escalas e harmonia).



in wikipédia

segunda-feira, 18 de maio de 2009

engenheiros da musica - experiência 1

BAA, BAA, BLACK SHEEPBaa, baa, black sheep,Have you any wool?Yes sir, yes sir,Three bags full.One for the master,One for the dame,And one for the little boyWho lives down the lane.Baa, baa, black sheep,Have you any wool?Yes sir, yes sir,Three bags full.TRADUÇÃO:Baa, baa, ovelhas negras,Vocês tem alguma lã?Sim senhor, sim senhor,Três sacos cheios.Um para o amo,Um para a dama/senhora,E outro para o meninoQue vive no final da rua.Baa, baa, ovelhas negras,Tem alguma lã?Sim senhor, sim senhor,Três sacos cheios.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Lenla-lenga inglesa


Run, run go away
Little Jenny wants to play
Came again another day
Run, run go away

segunda-feira, 4 de maio de 2009

A História da Bandeira Americana

A História da Bandeira Americana
O congresso americano autorizou a Bandeira dos Estados Unidos em 14 de Junho, 1777, o dia em que é comemorado dia da bandeira. Esta data é também significante porque qualifica a bandeira norte Americana como a terceira mais velha estandarte nacional do mundo, até mais velho que a bandeira “Union Jack” dos ingleses.
Primeiramente hasteado em Fort Stanwix em 3 de Agosto, 1777, a bandeira teve um início tumultuoso participando da batalha de Oriskany com apenas três dias de idade em 6 de Agosto, 1777.
O desenho original da bandeira tinha uma estrela e uma faixa para cada estado, completando treze de cada, correspondentes as treze colônias originais. Em 1791, Vermont foi admitido à união, seguido por Kentucky em 1792. O numero de estrelas e faixas foi aumentado de acordo para quinze. Com a inclusão de outros estados ficou claro que algo teria de ser feito a respeito. Um ato do congresso em 1818 reduziu e fixou o numero de faixas na bandeira em treze. Uma estrela sería incluído para cada novo estado.
in suapesquisa.com

História do Hino dos Açores


O Hino dos Açores terá sido tocado em público pela primeira vez pela Filarmónica Progresso do Norte em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, a 3 de Fevereiro de 1894.
A 9 de Março de 1895, as filarmónicas tocaram o Hino da Autonomia na Praça do Município de Ponta Delgada, numa festa organizada para assinalar a promulgação do
Decreto de 2 de Março de 1895, que concedia, embora mitigada, a tão desejada autonomia.
Ao longo dos anos, e em função da evolução política, o hino terá tido várias letras. A primeira que se conhece é a do Hino Autonomista, na realidade o hino do
Partido Progressista Autonomista, liderado por José Maria Raposo de Amaral, então maioritário em São Miguel. A composição é da autoria do poeta António Tavares Torres, natural de Rabo de Peixe e militante daquele partido. Fruto do calor autonomista do tempo, a versão original do hino tinha a seguinte letra.A versão oficial do Hino dos Açores foi cantada pela primeira vez em público a 27 de Junho de 1984, por alunos do Colégio de São Francisco Xavier. Estiveram presentes na cerimónia João Bosco da Mota Amaral, então Presidente do Governo Regional dos Açores, membros do Governo e diversas entidades oficiais. O Hino foi cantado por 600 crianças, vestidas de saia azul, blusa branca e laço amarelo, que tinham sido ensaiadas pela professora Eduarda Cunha Ataíde.
.
in Wikipedia

Hino dos Açores




Deram frutos a fé e a firmeza
no esplendor de um cântico novo:
os Açores são a nossa certeza
de traçar a glória de um povo.

Para a frente! Em comunhão,
pela nossa autonomia.
Liberdade, justiça e razão
estão acesas no alto clarão
da bandeira que nos guia.

Para a frente! Lutar, batalhar
pelo passado imortal.
No futuro a luz semear,
de um povo triunfal.

De um destino com brio alcançado
colheremos mais frutos e flores;
porque é esse o sentido sagrado
das estrelas que coroam os Açores.

Para a frente, Açorianos!
Pela paz à terra unida.
Largos voos, com ardor, firmamos,
para que mais floresçam os ramos
da vitória merecida.

Para a frente! Lutar, batalhar
pelo passado imortal.
No futuro a luz semear,
de um povo triunfal.


in Wikipedia

Hino à Alegria



Hino à Alegria

(barítono)
Oh amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais agradável
E cheio de alegria!


(Barítonos, quarteto e coro)
Alegria, mais belo fulgor divino,
Filha de Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Teus encantos unem novamente
O que o rigor da moda separou.
Todos os homens se irmanam
Onde pairar teu vôo suave.
A quem a boa sorte tenha favorecido
De ser amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma doce companheira
Rejubile-se connosco!
Sim, também aquele que apenas uma alma,
possa chamar de sua sobre a Terra.
Mas quem nunca o tenha podido
Livre de seu pranto esta Aliança!
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos dá beijos e as vinhas
Um amigo provado até a morte;
A volúpia foi concedida ao verme
E o Querubim está diante de Deus!


(Tenor solo e coro)
Alegres, como voam seus sóis
Através da esplêndida abóboda celeste
Sigam irmãos sua rota
Gozosos como o herói para a vitória.


(Coro)
Abracem-se milhões de seres!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos! Sobre a abóboda estrelada
Deve morar o Pai Amado.
Vos prosternais, Multidões?
Mundo, pressentes ao Criador?
Buscais além da abóboda estrelada! Sobre as estrelas Ele deve morar.




in Wikipedia

Hino, bandeira e brasão de armas da Roménia

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Pintinho Amarelinho


Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão
Quando quer comer bichinhos
Com seus pezinhos
Ele cisca o chão


Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão
Quando quer comer bichinhos
Ele cisca o chão
Ele bate as asas
Ele faz piu piu
Mas tem muito medo
E do gavião
Ele bate as asas
Ele faz piu piu
Mas tem muito medo
E do gavião

(2 vezes)